Relatório recorrente
Aquele arquivo que alguém monta toda segunda de manhã, sempre igual, sempre no susto. Vira rotina automática que chega pronta no horário certo, para quem precisa dela.
Toda empresa tem alguém que passa horas por semana copiando informação de uma tela para outra, montando o mesmo relatório e conferindo o que um sistema mandou para o outro. Esse tempo é caro, cansa e é onde nascem os erros.
Comece pelo que se repete todo dia. É ali que o retorno aparece primeiro.
Aquele arquivo que alguém monta toda segunda de manhã, sempre igual, sempre no susto. Vira rotina automática que chega pronta no horário certo, para quem precisa dela.
Comparar o que um sistema diz com o que outro registrou. O computador faz em segundos, não erra por cansaço e ainda avisa só quando encontra diferença.
Aviso de vencimento, de estoque baixo, de pedido parado. Deixa de depender da memória de uma pessoa e passa a chegar sozinho por mensagem.
Dois sistemas que hoje só se falam por exportação manual de arquivo passam a trocar informação direto, no momento em que ela acontece.
Busca automática de informação em portal, site ou sistema que não oferece integração pronta, respeitando os limites de cada fonte.
Processo que roda sozinho no horário definido, com registro do que aconteceu e aviso quando alguma execução falha.
Alerta chegando onde a equipe realmente olha, com a informação necessária para agir e sem virar barulho de notificação.
Quando a planilha é o lugar certo para o time trabalhar, ela continua sendo. Só para de ser preenchida na mão.
Toda automação guarda histórico do que fez e quando. Sem isso, ninguém confia no processo depois da primeira falha.
Conte qual é e quanto tempo ela toma. Costuma dar para dizer na primeira conversa se vale automatizar ou se o esforço não se paga.